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Marta Barbosa lembra que  no Tocantins a oficina aconteceu em 2016, com objetivo de mapear essas cadeias produtivas de valor, as quais foram alcançadas a de babosa, hortelã, macaúba e sucupira.

Grupos oficina de plantas medicinais Amapa foto Marta BarbosaA oficina é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD) e a Cooperação Alemã GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit). Foto Marta Barbosa

Com proposta de apresentar sobre a realidade do Projeto de Plantas Medicinais do Tocantins, a Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária, através da diretoria de Sociobiodiversidade e Tecnologias Sociais, participa nesta quarta e quinta-feira (30 e 31), em Macapá, no Amapá, da Oficina de Trabalho para o Mapeamento e Análise das Cadeias de Valor das Plantas Medicinais e Fitoterápicos.  

A oficina é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD) e a Cooperação Alemã GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit).

De acordo com a diretora de Sociobiodiversidade e Tecnologias Sociais e articuladora da regional Norte do Projeto de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, Marta Barbosa, na oficina serão discutidos os gargalos e as potencialidades das plantas medicinais e fitoterápicas do Amapá e, a partir daí, construir um plano de ação para as cadeias de valor.  Marta Barbosa lembra que  no Tocantins a oficina aconteceu em 2016, com objetivo de mapear essas cadeias produtivas de valor, as quais foram alcançadas a de babosa, hortelã, macaúba e sucupira.

“Após as oficinas, em cada região do Brasil, aconteceu a Semana Nacional onde foram elaboradas propostas e ações pra a segunda fase do Projeto Nacional das plantas medicinais. No Tocantins foram realizadas também ações, na Agrotins 2017, como palestras direcionadas a agricultores familiares e ainda elaboração de informativos sobre plantas medicinais”. Outra ação foi a participação da Seagro, em 2018, representada pela diretora Marta Barbosa, na BioFach, em Nuremberg, Alemanha, uma das principais feiras internacionais de produtos orgânicos e ponto de encontro para fornecedores e tomadores  de decisão da produção e comércio na indústrias  a orgânica. 

“O mapeamento dessas cadeias tem por finalidade definir um Plano de Ação Estratégico, tendo como parâmetros a sustentabilidade econômica, social e ambiental e a orientação e a formulação de políticas públicas para o aprimoramento do processo de gestão no setor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos das cadeias mapeadas”, explica Marta Barbosa. 

Oficina

É uma atividade que faz parte do Projeto “Articulação e Governança para a Promoção de Cadeias Valor em Plantas Medicinais e Fitoterápicos: A Saúde como Setor Estratégico para o Desenvolvimento Local”, resultado de uma parceria entre Fiocruz, SEAD e GIZ, com vistas à promoção da saúde e à inclusão produtiva, tendo em vista o fortalecimento da gestão da base produtiva em plantas medicinais e fitoterápicos, com enfoque na agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais, quilombolas, povos indígenas e assentados da reforma agrária.

A proposta é construir, com os atores convidados, os Mapas das Cadeias de Valor de Espécies de Plantas Medicinais com potencial de mercado para a região, tendo como base os gargalos e as oportunidades apontadas pelos atores.

Eliane Tenório – Governo do Tocantins

 

 

 

Seagro participa da oficina de mapeamento e análise das cadeias de valor de plantas medicinais no Amapá

Eliane Tenório – Governo do Tocantins

Com proposta de apresentar sobre a realidade do Projeto de Plantas Medicinais do Tocantins, a Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária, através da diretoria de Sociobiodiversidade e Tecnologias Sociais, participa nesta quarta e quinta-feira (30 e 31), em Macapá, no Amapá, da Oficina de Trabalho para o Mapeamento e Análise das Cadeias de Valor das Plantas Medicinais e Fitoterápicos.  

A oficina é uma realização da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (SEAD) e a Cooperação Alemã GIZ (Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit).

De acordo com a diretora de Sociobiodiversidade e Tecnologias Sociais e articuladora da regional Norte do Projeto de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, Marta Barbosa, na oficina serão discutidos os gargalos e as potencialidades das plantas medicinais e fitoterápicas do Amapá e, a partir daí, construir um plano de ação para as cadeias de valor.  Marta Barbosa lembra que  no Tocantins a oficina aconteceu em 2016, com objetivo de mapear essas cadeias produtivas de valor, as quais foram alcançadas a de babosa, hortelã, macaúba e sucupira.

“Após as oficinas, em cada região do Brasil, aconteceu a Semana Nacional onde foram elaboradas propostas e ações pra a segunda fase do Projeto Nacional das plantas medicinais. No Tocantins foram realizadas também ações, na Agrotins 2017, como palestras direcionadas a agricultores familiares e ainda elaboração de informativos sobre plantas medicinais”. Outra ação foi a participação da Seagro, em 2018, representada pela diretora Marta Barbosa, na BioFach, em Nuremberg, Alemanha, uma das principais feiras internacionais de produtos orgânicos e ponto de encontro para fornecedores e tomadores  de decisão da produção e comércio na indústrias  a orgânica. 

“O mapeamento dessas cadeias tem por finalidade definir um Plano de Ação Estratégico, tendo como parâmetros a sustentabilidade econômica, social e ambiental e a orientação e a formulação de políticas públicas para o aprimoramento do processo de gestão no setor de Plantas Medicinais e Fitoterápicos das cadeias mapeadas”, explica Marta Barbosa. 

Oficina

É uma atividade que faz parte do Projeto “Articulação e Governança para a Promoção de Cadeias Valor em Plantas Medicinais e Fitoterápicos: A Saúde como Setor Estratégico para o Desenvolvimento Local”, resultado de uma parceria entre Fiocruz, SEAD e GIZ, com vistas à promoção da saúde e à inclusão produtiva, tendo em vista o fortalecimento da gestão da base produtiva em plantas medicinais e fitoterápicos, com enfoque na agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais, quilombolas, povos indígenas e assentados da reforma agrária.

A proposta é construir, com os atores convidados, os Mapas das Cadeias de Valor de Espécies de Plantas Medicinais com potencial de mercado para a região, tendo como base os gargalos e as oportunidades apontadas pelos atores.

Sugestão de legenda:

Foto: Oficina tem como objetivo a promoção da saúde e à inclusão produtiva, o fortalecimento da gestão com enfoque na agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais, quilombolas, povos indígenas e assentados da reforma agrária

 


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