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O TOCANTINS SAQUEADO DESDE SUA CRIAÇÃO

internet webSe fizer uma investigação juntamente com uma CPI, o tocantinense tomará conhecimento dos saqueadores e grileiros de terras no Estado, sua maioria com respaldo político. Foto: Web

Polícia Civil e Polícia Federal juntas

A Polícia Civil do Estado do Tocantins informa que, na noite dessa quinta-feira, 22, foi encaminhada pela Polícia Federal à Delegacia Especializada na Repressão a Crimes de Maior Potencial contra a Administração Pública – DRACMA denúncia anônima de suposta violação ao devido processo legal na escrituração de terras de regularização fundiária realizada pelo Instituto de Terra do Tocantins – Itertins.

A notícia levou à abertura de procedimento de praxe policial, conhecido como Verificação de Procedência de Informação (VPI), que consiste na ordenação de diligências investigatórias para colher elementos de prova preliminares, para análise da viabilidade ou não da instauração de um inquérito policial.

Equipes da DRACMA e da Diretoria de Inteligência da Secretaria de Estado da Segurança Pública deslocaram-se de imediato até a sede do órgão estadual, sendo autorizadas pela presidência do Itertins a proceder às investigações, culminando a ação no levantamento dos processos em tramitação, assim como no recolhimento de cópias das respeticvas escrituras públicas.(SSP/TO)

CÓPIAS DAS ESCRITURAS RECÉM-CONFECCIONADAS E DOCUMENTOS QUE ESTAVAM SENDO FEITOS FORAM APREENDIDOS PELA POLÍCIA.

A denúncia chegou por volta das 20h e o flagrante foi feito no mesmo dia em que o governador Marcelo Miranda (MDB) foi cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo a Dracma, a suspeita é de possível fraude processual por meio da confecção de escritura de terras sem o devido processo.

No Instituto foram encontrados diversos processos de regularização fundiária espalhados em mesas, cadeiras, em diversas salas do órgão estadual. Cópias das escrituras recém-confeccionadas e documentos que estavam sendo feitos foram apreendidos pela polícia.

Os agentes também fizeram um levantamento dos processos que ainda seriam analisados. Segundo a polícia, o intuito é verificar possíveis fraudes em relação ao trâmite necessário e se o fluxo processual dos últimos dias foi acima da média.

Ainda segundo a polícia, o presidente do Intertins colaborou com as investigações e se colocou à disposição para quaisquer esclarecimentos.

"A Polícia Civil reforça seu compromisso com o combate à corrupção e com a manutenção da moralidade administrativa e estará vigilante para que esse momento delicado do poder executivo estadual não seja utilizado para o cometimento de crimes contra a administração pública", comentou o delegado Guilherme Rocha Martins.( Informaçoes G1 Tocantins)


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