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23/03/2015- Seleucia Fontes /Administração

Angélica Mendonça/Secom

GOVERNO E INSALUBRIDADE DA SAÚDE

 

O secretário da Administração em reunião com representantes das diversas categorias da Saúde no Estado do Tocantins, na manhã desta segunda
Em reunião com representantes das diversas categorias da Saúde no Estado do Tocantins, na manhã desta segunda, 23, o secretário da Administração, Geferson Barros se comprometeu a apresentar uma proposta oficial que concilie os anseios dos servidores e a capacidade financeira do Poder Executivo, que trabalha para equilibrar a folha de pagamento dentro dos limites legais da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A proposta discutida com os sindicalistas foi formalizada em uma minuta e validada pela Comissão de Análise de Impacto de Pessoal sobre os Recursos Financeiros do Estado, que, além de Geferson é integrada ainda por Paulo Afonso Teixeira, secretário da Fazenda, David Siffert Torres, secretário de Estado Planejamento e Orçamento, Télio Leão Ayres, secretário-chefe da Casa Civil, Sérgio Rodrigo do Vale, Procurador-Geral do Estado, e Luiz Antonio da Rocha, secretário-chefe da Controladoria-Geral do Estado.

A proposta enviada nesta tarde contempla o parcelamento do adicional de insalubridade, adicional noturno e do retroativo das progressões. “Dentro de uma lógica financeira, queremos criar um fluxo de pagamento que o Estado tenha condições de honrar e que não implique no aumento do índice de pessoal sobre a receita do Estado”, enfatizou o secretário da Administração aos sindicalistas.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Tocantins (Sintras/TO), Manoel Miranda, reconheceu que os profissionais do Estado estão entre os melhor remunerados do país, mas se mostrou preocupado com a situação de servidores que contraíram empréstimos bancários após acordo com o governo passado, de pagamento das progressões a partir deste ano.
Geferson Barros lembrou que o Governo tem feito um grande esforço para honrar compromissos assumidos com os servidores nos últimos anos, inclusive com a redução de cargos em comissão e gratificações. “Mas precisamos respeitar a capacidade de fluxo de caixa”, enfatizou.

Os sindicalistas deverão avaliar a proposta do Governo, e caso não seja satisfatória apresentar uma contraproposta. De sua parte, o secretario da Administração se comprometeu, em realizar novo estudo de impacto financeiro, se houver necessidade. “É o que podemos fazer na atual situação em que nos encontramos”, enfatizou.


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