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O aterro sanitário da Capital receberá uma nova célula que será usada para a disposição do lixo urbano de Palmas.A nova célula ocupará uma área de 30 mil m², com vida útil de três anos, receberá novo sistema de tratamento de resíduos, incluindo as novas lagoas de tratamento, e  terá um custo de R$ 3,5 milhões.

No novo espaço, também será implantado o novo sistema de tratamento de chorume (uma mistura de água e resíduos da decomposição do lixo altamente contaminante), com cinco novas lagoas de tratamento.

Os trabalhos de execução da abertura da nova célula estão bastante  avançados. Do alto é possível ver vários caminhões e máquinas realizando a abertura da célula, executando serviços de terraplenagem e implantação dos drenos.

De acordo com o engenheiro civil e lixólogo responsável pelo aterro sanitário, João Marques, a coleta de lixo na Capital aumentou consideravelmente nos últimos seis anos.“A área atual já foi devidamente revestida e já está saturada, por isso a necessidade de se fazer essa nova expansão”, disse.

Atualmente o aterro sanitário de Palmas recebe cerca de 250 toneladas/dia de resíduo sólidos urbano.

Após a abertura, a nova célula receberá o revestimento onde serão usadas 56 mil m² de manta geomembrana de polietileno de alta densidade (PEAD), de 2mm.

“Esse material  que reveste a célula tem a finalidade da proteção do lençol freático, para que o chorume não contamine o lençol freático”, concluiu João Marques, engenheiro técnico responsável pelo aterro.

Barreira natural

Além da preocupação com as águas residuais,o aterro recebeu em todo seu perímetro 4.500 mudas de eucaliptos, que formarão uma barreira natural.  

De acordo com o engenheiro agrônomo da Secretaria de Desenvolvimento Rural (Seder), responsável pelo projeto Roberto Campos, o eucalipto serve como uma barreira natural de quebra vento.

“Além de ser um ótimo repelente contra os insetos e evita a geração de odor neste espaço”, disse.

Museu do lixo

No aterro da Capital também se encontra o museu do lixo que foi criado em2009, e desde então recebe visitas o ano inteiro. São estudantes secundaristas, acadêmicos, pós- graduados, empresários de diversas áreas, principalmente, especialistas no meio ambiente.

No museu estão diversos objetos e peculiaridades que foram encontrados no aterro durante a compactação do lixo, como máquinas de datilografar, discos de vinil, máquinas fotográficas, imagens de santos, dentre outras.

Este ano o museu já recebeu mais de 300 visitas de alunos do estado e de outras federações.

ASCOM


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