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Se a ovação do público servir de parâmetro, a primeira-dama parece ser uma unanimidade capaz de silenciar até barulhentos partidários de Bernie Sanders.

Sobraram indiretas para Donald Trump, mas também para democratas inconformados com a derrota de Sanders nas prévias da legenda, no discurso da primeira-dama, um dos mais eletrizantes desta segunda (25), primeira noite da Convenção Nacional Democrata.

Ela não precisou citar o presidenciável republicano para que a plateia recebesse o recado. "Os desafios que um presidente enfrenta não são preto ou branco e não podem ser reduzidos a 140 caracteres", disse, alfinetando Trump, o tuiteiro frenético.

Quem suceder seu marido na Casa Branca comandará as Forças Armadas e os botões do arsenal nuclear, afirmou Michelle, em novo sopapo em Trump, o impulsivo e inexperiente rival.

Ela também se referiu a uma característica associada ao magnata: fazer "bullying" contra seus desafetos. "Quando eles descem [o nível], nós ascendemos."

Mulher do primeiro presidente negro americano, Michelle buscou apaziguar as tensões raciais que assolam o país após ataques contra policiais e uma sucessão de negros mortos sem aparente necessidade por agentes brancos.

A primeira-dama pediu união entre agentes e manifestantes de movimentos como Black Lives Matter.

Lembrou, em seguida, que todo dia acorda "num lar construído por escravos", a Casa Branca -onde agora moram suas "duas filhas lindas e negras".

(Folhapress)


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