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Nesta sexta-feira, 8, a Vara Criminal da Justiça de Guaraí, na região centro-norte do Estado, julgou e condenou 17 pessoas acusadas de integrar uma organização criminosa especializada no tráfico de drogas que agia naquele município. Todos foram presos durante a operação Blackmau, deflagrada pela 5ª Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) de Guaraí, em dezembro de 2015. As penas variam de cinco a treze anos de reclusão, pela prática do crime de tráfico de drogas.

Além das penas, às quais os acusados foram condenados, a Justiça também decretou a perda de todos os bens apreendidos com os mesmos, durante os trabalhos investigativos da 5ª DRPC, de Guaraí. Na sentença, o juiz decretou que umacaminhonete GM-S10, um VW Space Cross, além de um veículo, modelo gol, e duas motocicletas, fossem apreendidos e revertidos em favor da união, que, por sua vez, os repassou para a 5ª DRPC, onde serão utilizados no combate ao crime. 

Para o delegado Adriano Carrasco, um dos responsáveis pela operação Blackmau, a condenação dos presos representa um grande golpe no tráfico de drogas, em Guaraí e demonstra o comprometimento da Polícia Civil, no combate à criminalidade naquela cidade.

“Tínhamos confiança no trabalho investigativo que estávamos realizando, apesar de todas as dificuldades de estrutura, equipamentos e efetivo. Foram noites de sono efins de semana dedicados à operação que valeram à pena. A população de Guaraí tem nos parado nas ruas para agradecer pelas prisões dos investigados e pela devolução do Setor Pestana [antes conhecido como Cracolândia] aos cidadãos de bem”, afirmou o delegado Adriano Carrasco.

O delegado regional, Guido Camilo Ribeiro, ressaltou o comprometimento do Ministério Público e do Poder Judiciário de Guaraí, com o trabalho da Polícia Civil na diminuição da criminalidade: “Quando a Polícia Judiciária e o Ministério Público trabalham em conjunto, sem disputas alheias ao interesse público, e quando o Poder Judiciário confia neste trabalho e sente-se seguro para julgar, a criminalidade é derrotada”, concluiu. 

Segundo os policiais civis que atuaram na investigação, ainda há muito a ser feito pela população de Guaraí e uma decisão judicial como esta, que coroa o trabalho incansável de todos os órgãos que atuam na persecução criminal, só dá mais força e motivação para essa árdua batalha que é o combate ao crime.

A Operação Blackmau teve início em outubro de 2013, com a participação de todos os policiais civis e servidores da Polícia Civil de Guaraí, que não mediram esforços para que o resultado fosse o melhor possível.

Presos

Clebison Tranqueira de Sousa foi condenado a 11 anos e 4 meses de prisão; Raulina Tranqueira, a 9 anos; Rosimeire Vieira Abreu, a 9 anos; Raimundo Tavares da Silva, a 13 anos e 6 meses; Marzio Dias Ferreira, foi condenado a 8 anos e 10 meses; Anderson Fernandes Farias a 11 anos e 4 meses; Adonias Pereira do Nascimento a 9 anos e 3 meses e Khawann Massoli Paiva, a 11 anos e 4 meses.

Também forma julgados e condenados: Jyonata Pereira Leite, 11 anos e 4 meses de reclusão; Lorrane Stefane Borges Mendes, 11 anos e 4 meses; Domingos Ribeiro da Silva, 8 anos e 10 meses; Manoel Bonfim Florêncio Silva, 11 anos e 4 meses; Ronaldo Ferreira da Silva, 8 anos e 10 meses; Maria do Livramento Rodrigues da Silva, 8 anos e 10 meses; Aldeman Rodrigues da Silva, 10 anos e 6 meses; Walinson Martins Rodrigues, 10 anos e 6 meses e Sirene da Silva Freitas, a qual foi condenada a 11 anos e 4 meses.

ASCOM 


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