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Conselho Federal de Contabilidade está no “rasto” para encontrar esquemas de corrupção na entidade em duas décadas de gestão. Os alvos são as gestões dos ex-presidentes Juarez Domingues e Martonio Coelho.

zibDr. Zulmir Breda está apurando possível irregularidade em contrato "milionário" do CFC - Conselho Federal de Contabilidade que representa os profissionais da contabilidade. Desta forma o Conselho Federal de Contabilidade cria a coragem e começa investigar atos que podem ser o maior escândalo de corrupção da história da entidade. É o Brasil sendo passado a limpo em todas as áreas. Foto:Comunicação CFC.

A ponta do “iceberg” pode ser um contrato firmado pelo ex-presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro no ano de 2011 através de um contrato de 660 mil reais 003927/2011 de 660 mil reais  para locação de veículos com motorista e serviços receptivos para todo território Nacional com a empresa VIAGENS BRASIL TURÍSMO LTDA de Brasília.

Esse contrato foi aditivado cinco vezes, encerrando em outubro de 2017 quando era presidente Martônio Coelho. Processo 003927/2011.

“Os profissionais da Contabilidade de todo o Brasil estão apreensivos com a grande quantidade de recursos que a entidade arrecada e pouco tem sido feito pela classe”, diz revoltado o Auditor de Controle Externo do Tribunal de Contas do Tocantins Dete Nunes, que é vice-presidente da nova Confederação dos Profissionais Contábeis do Brasil- APROCOM BR.

O processo “milionário” que corresponde aos cinco aditivos que podem ter vícios está sendo apurado pela nova diretoria eleita do CFC determinado pelo presidente Dr. Zulmir Breda e de seu vice-presidente, Dr. Joaquim de Alencar, através da formação de uma “Comissão de Sindicância” do CFC gerando o processo 000068/2018 que foi publicado no Diário Oficial da União agora no dia 17 de janeiro de 2018. A referida Sindicância instalada pelo CFC terá 60 dias para apurar os atos do ex-conselheiros apontando a transparência para toda classe de profissionais de contabilidade do País.

A Câmara de Controle Interno do CFC através de seu relatório de Auditoria nº 33/2017 detectou “fortes indícios” de irregularidades no “contrato milionário”, que embasaram a abertura do Processo.

O presidente nacional da APROCON BR nova Confederação dos Profissionais Contábeis do Brasil Salézio Dagostim acredita na independência da nova diretoria do CFC que assumiu agora em 2018 pela coragem de atender aos anseios dos profissionais da contabilidade quando se fala em investigar denúncias cometidas por ex-gestores.

“ Vejo o momento bastante positivo para passar a “entidade a limpo” ,temos muitas denúncias para serem apuradas, são atos que podem comprometer ex-gestores por indícios de má conduta e irregularidades com o dinheiro CFC, disse Salézio Dagostim.

“ O CFC é um órgão que tem que proteger a sociedade com ética e honestidade e jamais envolver em corrupção” , alfineta o vice-presidente da APROCON BR, Dete Nunes.

Por: Luiz Barbosa Aguiar/diariodotocantins.com.br

NOTA:

Caro Luís,

Conforme conversamos por telefone, envio a seguir a nota do CFC em resposta à matéria publicada no Diário do Tocantins, visando esclarecer alguns pontos.

Ainda conforme falamos por telefone, sempre que houver alguma matéria que envolva o nome do CFC, gostaria que você nos procurasse. Para tanto, seguem os meus números de celular: (61) 99276-2514 ou (61) 99961-3434 (WhatsApp).

Qualquer dúvida, estamos à disposição.

Conselho Federal de Contabilidade esclarece notícia sobre abertura de sindicância

Em relação à notícia publicada por este Diário, no dia 18/1/2018, com o título “CFC no rastro de possíveis atos de ‘corrupção’ em contrato milionário que teve cinco aditivos”, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) tem a esclarecer, inicialmente, que não existe – e nunca existiu – “esquema de corrupção” na entidade. Essa é uma acusação precipitada, feita contra o CFC, sem as devidas provas.

Especificamente quanto à instalação de uma Comissão de Sindicância para apurar supostas irregularidades na execução do contrato nº 2011/003927 (Processo CFC nº 2018/000068), ato publicado no Diário Oficial da União (DOU), no dia 17/1/2018, conforme orienta o princípio da publicidade no âmbito do setor público, o CFC explica que essa medida visa averiguar exclusivamente atos funcionais. Além disso, o contrato em análise, contrariando o que diz a notícia, era de R$ 660 mil por ANO e os serviços eram prestados sob demanda.

Importante destacar que a instalação de Comissão de Sindicância no CFC está regulamentada pela Resolução CFC nº 1.463/2014, publicada no DOU no dia 28 de maio de 2014, e assinada pelo então presidente José Martonio Alves Coelho. Esta Resolução aprova o Regulamento de Processo Administrativo Disciplinar dos Funcionários do Conselho Federal de Contabilidade.

Dessa forma, ressalta-se, de forma categórica, que o processo de averiguação instalado não alcança os presidentes anteriores, tampouco conselheiros do CFC.

A propósito, os conselheiros da entidade estão submetidos às regras previstas na Resolução CFC nº 1.523, de 7 de abril de 2017, que institui o Código de Conduta para Conselheiros, Colaboradores e Funcionários dos Conselhos Federal e Regionais de Contabilidade. Consulte AQUI.

Também é necessário esclarecer que a sindicância é um procedimento de averiguação preliminar, que precede o Processo Administrativo Disciplinar (PAD), para apurar infrações praticadas por funcionários do CFC. Para mais informações, consultar a Resolução CFC nº 1.463/2014.

Feitos esses esclarecimentos, resta ao CFC repelir, veementemente, qualquer imputação de “esquema de corrupção” contra a entidade e seus presidentes – atual ou anteriores. Sobretudo, o CFC rejeita que se atribua, por oportunismo, um julgamento político a um ato inerente à atividade administrativa de supervisão do CFC.

Departamento de Comunicação do Conselho Federal de Contabilidade

Atenciosamente,

Maristela Girotto

Jornalista
Gerente do Departamento de Comunicação Social – DECOM
Coordenadoria de Gestão de TI e Comunicação - CGTIC
www.cfc.org.br | Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. | +55 (61) 3314-9513

SOLICITAÇÃO:

Observamos alguns equívocos das referidas fontes de informações, esse referido meio de comunicação diariodotocantins.com.br solicitou de ambas as partes os valores gastos mensais do primeiro contrato e dos aditivados para melhor informar o leitor internauta sobre a transparência, reguardando desta forma evitar cometer injustiça e informar toda classe de profissionais da contabilidade do Brasil. Haja visto que nenhuma das partes souberam informar precisamente os gastos ora questionados, tais formas ,enfim como determina o contrato nº 003927/2011 de 660 mil reais . 

*Luiz Barbosa Aguiar/Jornalista, Registro Profissional DRT/669-FENAJ

 


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