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is 7Governo e Ministério Público agem rapidamente contra suspeitos de estarem realizando crimes de Concussão no Hospital Público de Augustinópolis.

Uma ação conjunta com o Ministério Público Estadual (MPE), a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Augustinópolis, cumpriu, na tarde da sexta-feira, 24, mandado de busca e apreensão na residência do técnico de enfermagem Civanildo Morais da Silva, o qual reside na cidade de Praia Norte – TO.

Além do cumprimento da ordem judicial na residência do suspeito, os policiais Civis Civil também o conduziram coercitivamente, juntamente com o médico Alfredo Flores Urbina, até à Delegacia de Polícia de Augustinópolis – TO, onde foram ouvidos pelo Delegado Regional Eduardo Morais Artiaga e formalmente indiciados por, supostamente, cometerem crimes contra a Administração Pública (Crime de Concussão) nas dependências do Hospital de Referência de Augustinópolis – TO.

Alfredo e Civanildo já estavam sendo investigados pela Polícia Civil e são suspeitos de cobrarem valores para poderem realizar procedimentos cirúrgicos em pacientes nas dependências do Hospital de Referência de Augustinópolis. Segundo declarações de vítimas, eles exigiam depósitos em conta para que pudessem realizar os procedimentos médicos. Caso os pacientes não arcassem com as “despesas extras”, o procedimento médico não seria realizado.

O processo, que corre em segredo de justiça, apura as denúncias contra o técnico de enfermagem e o médico. No decorrer das investigações, o delegado Artiaga representou, junto ao Poder Judiciário, pelos mandados de busca e apreensão, que foram decretados pela Autoridade Judicial, que determinou ainda, o afastamento, por sessenta dias de ambos os suspeitos, das atividades funcionais, no referido hospital, para que não prejudiquem a continuidade das investigações.

Depois de serem ouvidos, os investigados foram liberados. O Ministério Público irá oferecer denúncia contra ambos por crime de Concussão, que é uma modalidade de crime contra a Administração Pública. Em caso de condenação, Civanildo e Alfredo podem pegar penas de até 08 anos de prisão, além da perda do cargo.

Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins


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