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WhatsApp Image 2017 08 29 at 10A Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), por meio da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), sob coordenação dos delegados José Rerisson e Guilherme Torres, prendeu no dia 25, em Marabá (PA), R.B.C., suspeito de ser mandante da morte do advogado Danilo Sandes Pereira, de 30 anos, executado em Araguaína, no dia 25 de julho.

De acordo com a investigação, o crime teria sido motivado por brigas entre herdeiros de um inventário judicial que envolve patrimônio milionário. O caso estava sendo acompanhado, desde dezembro de 2016, pelo advogado Danilo Sandes que advogava para cinco pessoas de um grupo de seis herdeiros. O suspeito, que também é herdeiro, estava sendo representado por outro advogado.

Durante coletiva de imprensa ocorrida na manhã desta terça-feira, 29, no Complexo de Delegacias de Polícia Civil, em Araguaína, o delegado José Rerisson, agradeceu pelo apoio de toda equipe da Polícia Civil do Estado do Tocantins e a parceria dos policiais civis do Estado do Pará que uniram forças para desvendar o caso. “Foi um trabalho árduo e, hoje, estamos apresentando uma parte deste resultado, pois com o apoio e a parceria entre as polícias, as investigações continuam. Temos provas suficientes da participação de R.B.C. no crime, são provas irrefutáveis e técnicas, e agora iremos buscar a participação de outras pessoas”, disse o delegado.

De acordo com o delegado José Rerisson, R.B.C. queria obter mais vantagens que os demais herdeiros e chegou a discutir com o advogado Danilo, que não aceitava essa situação. Com isso, o Danilo decidiu não advogar para R.B.C.. Quando foi efetuada a prisão de R.B.C., foram encontradas várias armas e munições com ele.

O caso

O advogado desapareceu no dia 25 de julho, sendo visto pela última vez em um supermercado, após ter deixado a mãe dele numa agência bancária, onde ela trabalha. Por volta de 9 horas, ele falou com uma prima por telefone e disse que iria para Filadélfia, provavelmente resolver alguma questão ligada a um processo. O advogado estava em uma motocicleta.

O advogado foi procurado durante quatro dias. O corpo dele foi encontrado no dia 29 às margens da TO-222, em decomposição. Ele estava apenas de cueca, com marcas de lesões, sangue e fogo, a 18 km de Araguaína, perto do entroncamento com Babaçulândia. O delegado responsável pela investigação, Rerisson Macedo, disse que Danilo foi morto com dois disparos de arma de fogo.


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